2/29/2008
Estava vendo o corpo fenecer e mudar a estrutura.
Saudade enorme do sorriso, do som da voz, do brilho do olhar.
Melancolia aflita para quem tem pressa do reencontro.
Chamamos de morte o adeus!
2/19/2008
Há tantos caminhos a seguir e quedamos assim parados
sem a inspiração guiadora.
Para alçar vôos nem sempre é preciso asas plumadas.
2/6/2008
Em alguns momentos vi a vida como um quadro. Estática, pintura opaca, vida traçada pelo pincel limitado na tela da mente.
Em outros momentos, fui além, larguei a pequena trincha, pintei o sete, multipliquei os números de experiência e sai da parede.